Tecnologia & Blockchain

O desenvolvimento até a Revolução Industrial 4.0

dezembro 6, 2018 - 4:48 pm
Temos processos de produções que se desenvolveram com muita rapidez, com tecnologias elaboradas para o aumento da produção e distribuição da mercadoria. Esses processos, aliás, são orientados pela racionalidade capitalista. O objetivo é acumular a maior quantidade de capital e estar acima de qualquer concorrente. Bem como ignorar a responsabilidade social da prática desta ‘filosofia capitalista selvagem’.  Com isso, vemos todo cenário industrial saltar para, alguns teóricos chamam, da IV Revolução Industrial. Ou seja, isso traz uma nova realidade de relação entre patrão e trabalhador (operador, colaborador, entre outros) por conta da mecanização tecnológica com softwares.  Esses programas fazem o trabalho funcional do trabalhador nas máquinas. Sendo assim, os programas tecnológicos alimentaram os corpos das máquinas e o trabalhador é colocado de escanteio na relação produtiva capitalista. Em muitos cenários, o trabalhador ficará sem trabalho, pois será ‘descartado’ como diriam os incentivadores dessa revolução. 

Homem x Máquina

A primeira Revolução Industrial ocorreu na Inglaterra, no final do século XVIII, e foi marcada pela invenção da máquina a vapor. Aliás, foi onde descobrimos o uso do carvão como fonte de energia. Isso acabou desencadeando uma produtividade do setor têxtil que aplicou essa tecnologia nos teares que até então eram manuais.  A revolução agrária foi seguida por uma série de revoluções industriais, que tiveram início na segunda metade do século XVIII. Que foram impulsionadas pela construção das rodovias e tem o processo de uma produção mecanizada. A segunda revolução industrial tornou possível a produção em massa, graças aos adventos da eletricidade e da linha de produção.  A terceira remonta à década de 1960 e é geralmente chamada de revolução digital, por ter sido catalisada pelo desenvolvimento dos semicondutores, mainframes e computadores pessoais, assim como pela internet, aí já nos anos 90. 

100% automático

Agora, a quarta mudança traz uma tendência à automatização total das fábricas. Seu nome vem de um projeto de estratégia de alta tecnologia do governo da Alemanha. Esse projeto foi trabalhado desde 2013 para levar sua produção a uma total independência da obra humana. Aliás, até ganhou formato internacional no Fórum Econômico Mundial em 2017. A automatização acontece através de sistemas ciberfísicos. Isso só foi possíveis graças à internet das coisas (IoT em inglês) e à computação na nuvem. Esses sistemas, que combinam máquinas com processos digitais, são capazes de tomar decisões descentralizadas e de cooperar — entre eles e com humanos — mediante a internet das coisas.  Assim temos um novo cenário de organização trabalhista que está se fundamentando de acordo com as reformas politicas nacionais e internacionais. Facilitando assim, portanto, essa revolução industrial.  Você se sente pronto para essa revolução?!  Bem vindos ao Futuro.

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