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Brasil firma parceria com países do BRICS para estudar o blockchain

julho 28, 2018 - 4:54 pm
O governo brasileiro firmou parcerias de cooperação tecnológica com os países participantes do BRICS. Nesta semana, durante a 10ª reunião da cúpula em Joanesburgo, o Brasil anunciou coalizão com a China, Rússia, África do Sul e Índia. As nações que compõem o grupo revelaram a intenção de estudar a viabilidade da tecnologia blockchain na conjuntura econômica mundial. O Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) será responsável pela exploração do potencial das criptomoedas. De acordo com o primeiro Vice-presidente do Banco de Desenvolvimento Russo, Mikhail Poluboyarinov, há muitos anos existe um trabalho com os bancos de países emergentes do BRICS. Dessa forma, a Rússia pretende efetivar cooperações financeiras para oferecer crédito em moedas nacionais e implementar inovações. Portanto, esse movimento sinaliza para novos canais de exportação e desenvolvimentos de projetos industriais. Segundo o atual acordo, os países do BRICS devem estudar possíveis aplicações de tecnologias inovadoras para produtos bancários. No entanto, ainda não há informações sobre a maneira como as pesquisas sobre o blockchain serão conduzidas. Além disso, de que forma podem beneficiar a população dos países que compõem a cúpula do BRICS.

Brasil se junta a outras iniciativas mundiais de estudo do blockchain

No início de julho, o governo do Zimbábue, através do seu banco de desenvolvimento começou a analisar o blockchain. A ideia é integrar essa tecnologia ao sistema de negócios do banco. De acordo com o diretor do Banco de Desenvolvimento do Zimbábue, John Mangudya, a instituição pretende aderir à iniciativas blockchains para acompanhar a evolução do universo criptográfico global. Definitivamente, bancos de diversos países tem encontrando inúmeras formas de aplicar o blockchain. O Bank of América, na semana passada, patenteou um sistema que oferece a possibilidade de validar dados. Além dessa instituição financeira, o Banco da Tailândia tem considerado pagamentos entre fronteiras por meio do blockchain. Assim, será possível evitar fraudes.

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