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Metrô de São Paulo e CPTM já aceitam pagamentos em Bitcoin

setembro 10, 2019 - 2:18 pm

O Metrô de São Paulo e a CPTM já podem ser pagos com Bitcoin e outras criptomoedas em determinadas estações da rede. O pagamento, ainda está em fase de testes. Dessa forma, pode ser realizado por meio de um aplicativo que gera um QR Code para ser usado como bilhete nas catracas. A informação foi publicada pela Folha de São Paulo no dia  04 de setembro.

O projeto piloto, implantado pela Secretaria de Transportes Metropolitanos, não envolve a adoção de BTC diretamente. Mas, pagamentos com o criptoativo já podem ser feitos por meio do aplicativo VouD, no qual é possível comprar o QR Code (que funciona como o bilhete) com cartão de crédito, inclusive com cartões como das fintechs brasileiras AlterBank, Uzzo e Atar que permite cashout de criptomoedas.

Cartão de crédito e QR Code

O Cointelegraph chegou a fazer um teste da aplicação na linha 1 - Azul, a mais antiga da cidade, na estação São Judas e comprovou a possibilidade. Basta baixar o aplicativo, cadastrar o cartão de crédito (que pode ser 'carregado' com criptoativos) e fazer o pagamento do QR Code.

Assim, ao fazer o pagamento com Bitcoin, o QR fica disponível no celular e basta encostar o aparelho no leitor da catraca do Metrô ou da CPTM que a passagem é liberada. O período de testes da aplicação vai até 18 de outubro. Segundo a Folha, durante o período de testes só é possível adquirir, contudo, um bilhete unitário por vez, sem possibilidade de integração com ônibus.

No entanto, o sistema está disponível apenas em algumas estações. São elas: Autódromo (linha 9-esmeralda), Tamanduateí (linha 10-turquesa), Dom Bosco (linha 11- coral), Aeroporto-Guarulhos (linha 13-jade), São Judas (linha 1-azul), Paraíso (linha 1-azul e 2-verde) e Pedro 2º (linha 3-vermelha).

A solução adotada pelo sistema de Trens e Metrô de São Paulo já funciona no Rio de Janeiro, mas com pagamentos com cartão de crédito direto nas catracas via NFC. Desta forma, fintechs que operam com criptomoedas e tenham a bandeira Visa, permitem que seus clientes usem o transporte público pagando com criptoativos.

Com informações do Cointelegraph

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