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Binance lança testnet para nova exchange descentralizada

fevereiro 20, 2019 - 12:08 pm

A Binance, maior exchange de criptomoedas em termos de volume, lançou o testnet de sua nova exchange descentralizada, a Binance DEX.

O lançamento, alimentado pela Binance Chain - um novo sistema de blockchain e P2P - já está disponível para os clientes. Nesse sentido, os usuários podem criar carteiras e começar a trocar tokens no testnet da Binance DEX.

O CEO da Binance, Changpeng Zhao, explicou que a nova exchange ajudará os usuários a recuperar o controle de suas chaves privadas:

“O Binance DEX é uma exchange com uma rede descentralizada de nós. Onde você mantém suas próprias chaves privadas e gerencia sua própria carteira. Com o Binance DEX, oferecemos um equilíbrio diferente de segurança. Além de liberdade e facilidade de uso, onde você assume mais responsabilidade e tem mais controle sobre ativos pessoais”.

Assim, o Binance DEX irá supostamente suportar carteiras de software e hardware descentralizadas seguras. O Trust Wallet da Binance também será integrado ao Binance DEX, junto com o Ledger Nano S. Carteiras mais compatíveis serão adicionadas em breve.

Inovação e rapidez

No início desta semana, a Binance anunciou que Binance Coin - que atualmente é um token ERC20 - será movido para a Binance Chain para se tornar um ativo nativo. Zhao, então, afirmou que o Binance Chain é capaz de atingir um segundo de tempo de bloqueio. Ou seja, supostamente 10-20 vezes mais rápido do que os blockchains Bitcoin e Ethereum .

O BNB está atualmente com ganhos acima de 9% nas últimas 24 horas. Sendo negociado a US$ 10,92 e classificado como a décima maior moeda por capitalização de mercado até o momento.

As promessas de um lançamento do testnet para o Binance DEX circularam desde dezembro de 2018. Porém, a data exata só foi anunciada neste mês.

Em janeiro, rumores de que a Binance estava planejando a expansão para vários novos países, incluindo Cingapura, Malta, Coréia do Sul, Liechtenstein, Argentina, Rússia, Turquia e Bermudas se espalharam. No entanto, um porta-voz da empresa disse na época que só poderia confirmar Cingapura e Malta desta lista.

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