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Dynasty: Criptomoeda brasileira chega ao mercado imobiliário mundial

maio 29, 2018 - 11:55 am
Muitas pessoas não sabem que existe criptomoedas nacionais. Há pouco tempo surgiu a Dynasty, moeda que promete oferecer solidez e segurança aos investidores. Uma equipe de empreendedores brasileiros está à frente desse projeto voltado para o mercado imobiliário mundial. De acordo com Eduardo Carvalho, global manager da companhia, trata-se de ativos prontos para a compra, que asseguram o preço da moeda fora do contexto digital. Assim, cada D¥N traduz um espaço no mercado. A Dynasty foi criada no Crypto Valley, em Zug na Suíça. Essa região é conhecida por ser um setor tecnológico importante no ecossistema criptográfico. A princípio, a moeda vai operar numa plataforma baseada em inteligência artificial. O objetivo é realizar transações de investimentos em ativos imobiliários no Blockchain. Dessa forma, somará cerca de US$ 500 milhões em negócios em várias partes do mundo. Os investidores que adicionarem a criptomoeda em suas carteiras possuirão uma parte do portfólio da empresa, de acordo com as normas do mercado. Logo, o investidor poderá intercalar as operações entre aquisição parcial ou total de imóveis. Bem como adquirir títulos de fundos imobiliários e de participação em incorporadoras e construtoras. Esse projeto vem sendo desenvolvido há mais de dois anos para operar numa rede mundial. A ideia é torna-lo sólido e seguro. Atualmente, os investimentos na Dynasty ultrapassam US$ 2 milhões de dólares.

Dynasty promete operar num ambiente seguro

Segundo Eduardo Carvalho, a criptomoeda brasileira conta com uma equipe de especialistas imobiliários internacionais estabelecidos em vários estados. Assim, as consultas são facilitadas. O Credit Suisse, banco suíço de investimentos, será responsável pela gestão da carteira líquida da moeda. Assim também as transações comerciais serão acompanhadas de perto. Diante das incertezas que cercam o universo das criptomoedas, haverá a implantação de regulamentos para o setor através de parcerias mundiais. O intuito é fornecer aos investidores mais segurança nas transações. Portanto, para evitar fraudes, serão usados métodos amplamente conhecidos pelos bancos do exterior. Um deles é o KYC, que oferece a possibilidade de identificar e verificar quem são os clientes. Do mesmo modo o AML, conjunto de estratégias para coibir a formação de fundos e rendas ilegais, além da lavagem de dinheiro. Em conclusão, essa nova criptomoeda brasileira precisa se destacar entre as demais para crescer no mercado. Uma tarefa que não é fácil, devido à grande competição no setor da criptografia. De qualquer forma, seus idealizadores apostam nesse projeto e acreditam que a Dynasty tem um futuro promissor.

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